Uma noite, antes de dormir, Helena ouviu um segredo: "Quando a lua brilhar no poço, a sereia cantará no quintal..." Intrigada, ela se aconchegou na cama com Fifi, seu fiel cachorrinho de pelúcia. Fifi, com seus 54 anos de idade, já havia escutado muitas histórias, mas essa parecia diferente, até para ele!

Na manhã seguinte, Helena correu para o quintal. Era ali que ela se sentia mais forte e corajosa, como se nada pudesse dar errado! O sol da manhã banhava as plantas e flores, enchendo tudo de vida. Helena lembrou da sereia e do poço... Mas o poço não ficava no quintal da casa dela, e sim na casa da vovó, lá em Manaus!

Helena era uma menina muito inteligente, e sabia que, mesmo longe, ela podia usar sua super-força: falar com os animais! Ela correu para o quintal e procurou seu amigo passarinho, o Piriquito.

"Piriquito, você pode me ajudar a encontrar um poço que fica muito longe daqui?", perguntou Helena, com sua voz doce.

"Poço? Que poço?", respondeu Piriquito, curioso.

Helena contou tudo para o passarinho sobre o segredo que tinha ouvido e sobre a sereia que cantava quando a lua brilhava no poço. Piriquito, um passarinho muito corajoso, decidiu ajudar Helena nessa aventura!

Voando bem alto, Piriquito guiou Helena por cima das casas, das árvores e dos rios. A jornada foi longa, mas Helena não desanimou, pois sabia que a cada passo, mesmo os mais difíceis, ela se tornava mais forte e resiliente! Essa era a mágica da aventura! Afinal, ser resiliente é como aprender a voar, mesmo sem ter asas!

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Finalmente, chegaram ao quintal da casa da vovó, onde o poço antigo descansava sob a sombra de uma mangueira. A lua já começava a aparecer no céu, e um vento gelado soprou entre as folhas. Helena sentiu um frio na barriga, mas apertou Fifi em seus braços e respirou fundo.

De repente, um canto lindo e triste ecoou pelo quintal. Era a sereia! Sua voz parecia vir do fundo do poço, e contava uma história de saudade e esperança. Helena ficou encantada com a beleza daquela melodia, mesmo sentindo um pouquinho de medo.

A sereia, com sua calda de escamas brilhantes, emergiu do poço e olhou para Helena. Seus olhos eram azuis como o mar, e seus cabelos, longos e esverdeados, dançavam com o vento.

"Você ouviu meu canto", disse a sereia, com uma voz doce como o mel. "Obrigada por ser corajosa e vir até aqui."

Helena, ainda um pouco assustada, perguntou: "Por que você canta, sereia?".

A sereia suspirou e respondeu: "Eu canto para me lembrar de que, mesmo nas noites mais escuras, a lua sempre volta a brilhar. É preciso ser resiliente, pequena, e nunca perder a esperança."

Então, com um sorriso, a sereia mergulhou de volta no poço, e seu canto se foi com o vento. Helena, abraçada a Fifi, entendeu que a sereia estava certa. A vida era como o canto da sereia: cheia de altos e baixos, mas sempre valia a pena ser vivida com coragem e esperança.

De volta em casa, Helena se sentia diferente. Tinha enfrentado seus medos, viajado para longe e aprendido uma lição valiosa com uma sereia que cantava no quintal da vovó! E tudo porque ela foi resiliente, como a lua que sempre volta a brilhar. A partir daquele dia, Helena sabia que, não importava o desafio, ela podia enfrentá-lo com a mesma coragem e esperança da sereia do poço. Afinal, a vida era uma grande aventura, e ela estava pronta para vivê-la!

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