Helena estava brincando com seu gatinho de pelúcia, Pogo, quando ele pulou da cama e disse: "Eu quero ser um unicórnio de verdade!". Helena ficou de boca aberta! Pogo nunca tinha falado antes! "Você falou!", ela exclamou. Pogo sorriu. "É que hoje é um dia mágico! Vamos para o Castelo Encantado!".

Helena nunca tinha ouvido falar desse lugar. "Onde fica?", ela perguntou curiosa. Pogo deu um pulo no parapeito da janela. "Siga o arco-íris depois da chuva!", ele miou, já correndo em direção à porta. Helena correu atrás dele, seu coração cheio de gratidão por essa aventura inesperada.

Ao saírem de casa, um arco-íris gigante coloria o céu de Manaus. Eles seguiram a trilha colorida até chegarem a um portão enorme, feito de pedras brilhantes. Atravessando o portal, se viram diante de um castelo lindo, com torres altíssimas e bandeirinhas que brilhavam como estrelas. Era o Castelo Encantado!

No jardim, flores falantes cantavam alegremente e duendes travessos brincavam de esconde-esconde. Helena e Pogo estavam encantados! De repente, uma fadinha com asas brilhantes pousou na frente deles. "Bem-vindos ao Castelo Encantado! Vocês estão procurando a Feiticeira?", ela perguntou com um sorriso.

"Sim!", respondeu Helena. "Pogo quer ser um unicórnio de verdade!". A fadinha deu uma risadinha. "A Feiticeira pode ajudar! Mas antes, vocês precisam encontrar a Varinha da Gratidão. Ela está escondida em algum lugar do castelo e só aparece para quem realmente entende o significado da gratidão".

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Helena e Pogo começaram a busca. Eles ajudaram um esquilo a encontrar suas nozes, consolaram uma coruja que tinha perdido seu bebê e até mesmo ajudaram a desembaraçar a longa barba de um gnomo atrapalhado. A cada boa ação, Helena sentia seu coração se encher de alegria e gratidão.

De repente, atrás de uma tapeçaria colorida, eles encontraram a Varinha da Gratidão! Ela brilhava intensamente, como se estivesse feliz por finalmente ser encontrada. Helena a pegou com cuidado, sentindo uma energia mágica percorrer seu corpo.

Nesse momento, a Feiticeira apareceu! Ela era uma velhinha simpática, com um chapéu pontudinho e um sorriso acolhedor. "Vejo que vocês encontraram a Varinha da Gratidão", ela disse com uma voz doce. "Isso significa que vocês realmente entendem o poder da gratidão!".

Pogo, ansioso, olhou para a Feiticeira. "Você pode me transformar em um unicórnio?", ele perguntou. A Feiticeira sorriu. "Pogo, a verdadeira magia está em ser quem você é! Você é corajoso, divertido e um gatinho muito especial. Agradeça por isso!".

Pogo pensou um pouco e então, um sorriso se abriu em seu rostinho. "Você tem razão!", ele exclamou. "Eu gosto de ser um gatinho! Obrigado, Feiticeira!". Helena também estava feliz por Pogo. Ela aprendeu que a gratidão nos faz valorizar quem somos e o que temos.

A Feiticeira, então, fez um gesto com a varinha e um feixe de luz envolveu Pogo. Quando a luz se dissipou, ele estava diferente! Pogo ainda era um gatinho, mas agora tinha um lindo chifre dourado brilhando em sua testa! Ele era um unicórnio, do seu jeito especial.

Felizes, Helena e Pogo se despediram da Feiticeira e voltaram para casa através do arco-íris. O dia já estava terminando e a lua começava a aparecer no céu. Naquela noite, abraçados em sua cama, Helena e Pogo sabiam que a magia estava presente em todos os lugares, bastava ter um coração cheio de gratidão para enxergá-la.

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