Helena corria sorrindo pela floresta mágica, as árvores altíssimas pareciam dançar ao vento, suas folhas sussurrando segredos para quem quisesse ouvir. Era tudo de mentirinha, claro, parte da brincadeira de Helena com a sua mãe, Marina, na floresta perto de casa. Mas para Helena, com seus quatro anos e uma imaginação enorme, a floresta se transformava num mundo encantado!

"Mamãe, mamãe, olha!", Helena apontou para uma borboleta azul-turquesa, pousada numa flor vermelha gigante. "Será que ela é uma fada disfarçada?".

Marina, sempre pronta para a brincadeira, se abaixou ao lado da filha. "Hmmm, quem sabe? As fadas são muito espertas em se esconder. Mas podemos descobrir, se você quiser ser uma detetive das fadas!".

Os olhos de Helena brilharam. "Uma detetive! Eu quero, eu quero!".

"Então precisamos procurar pistas!", Marina falou, com um ar misterioso. "As fadas deixam rastros mágicos por onde passam. Procure por algo brilhante, colorido ou que pareça fora do lugar".

Helena, com a energia de um cachorrinho sapeca, começou a investigar. Examinou as pétalas das flores, espiou atrás dos cogumelos vermelhos e até conversou com uma joaninha, usando seu superpoder secreto de falar com os animais. A joaninha, porém, só sabia dizer "Olá!".

De repente, Helena gritou: "Mamãe, achei, achei! Uma varinha!".

No meio da clareira, encostada num tronco de árvore, brilhava uma varinha dourada, com uma estrela brilhante na ponta. Era pequena, delicada e tão linda que parecia ter saído de um sonho!

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"Uau, que achado incrível!", Marina exclamou, fingindo surpresa. "Mas e agora, o que faremos com ela?".

Helena pensou por um instante, mordendo o lábio inferior. "Precisamos encontrar a dona! E se ela estiver triste por ter perdido a varinha?".

Marina sorriu. Helena tinha um coração de ouro, sempre pensando nos outros. "Você tem razão, detetive Helena. Mas como vamos encontrar a dona?".

Novamente, Helena colocou seus talentos de detetive à prova. Perguntou para um esquilo que passou correndo se ele tinha visto alguma fada, mas ele, apressado, só balançou a cabeça negativamente. Procurou por pegadas brilhantes no chão, mas a grama alta escondia qualquer pista.

Foi então que, olhando para o céu, Helena teve uma ideia brilhante. "As fadas voam, não é, mamãe? Então, a dona da varinha deve morar em algum lugar alto!".

E lá foram elas, mãe e filha, escalando a colina mais alta da floresta imaginária. No topo, encontraram uma árvore ainda mais alta, com um buraco na copa que parecia uma portinha secreta.

"Com licença!", Helena gritou, erguendo a varinha. "Alguém perdeu uma varinha mágica?".

Para a surpresa de Helena, uma voz doce respondeu de dentro do buraco: "Eu perdi! Sou a Fada Flora, e essa varinha é muito importante para mim!".

Com cuidado, Helena entregou a varinha para a Fada Flora, que, como recompensa pela gentileza, presenteou-a com um pó mágico que a faria ter sonhos lindos.

De volta para casa, enquanto o sol se punha no horizonte, Helena sorria. Ser uma detetive de fadas era a melhor brincadeira de todas! E ela sabia que, naquela noite, a magia da floresta a levaria para um mundo de sonhos encantados.

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