A Corrida Maluca na Lua!

A Corrida Maluca na Lua!

Uma noite dessas, olhando as estrelas da varanda, ouvi um burburinho. Parecia vir da Lua! Corri para dentro de casa e peguei meu super telescópio. Aposto que era um monstro fazendo a maior bagunça, pensei. Mas não! Era um grupo de pessoas vestidas com roupas engraçadas, todas douradas e brilhantes, como se fossem feitas de... papel alumínio?

– Filó, você não vai acreditar! – gritei para meu cachorro, que coçava a orelha com a pata. – Parece que tem uma festa na Lua, e ninguém me convidou!

Filó, esperto como sempre, começou a pular e latir, como se dissesse: “Vamos lá, Sophia! Aventura nos espera!”

E foi assim que, num piscar de olhos, estávamos nós dentro de um foguete improvisado no quintal – culpa da minha mania de inventar coisas! Só que dessa vez, a invenção funcionou de verdade!

A viagem foi mais rápida que um chutão a gol num jogo importante! Quando me dei conta, pisei na Lua e... comecei a flutuar! Era como se estivesse em câmera lenta, mas mil vezes mais divertido!

E a tal festa? Uma loucura! Tinha gente dançando, comendo queijo espacial (que mais parecia uma meleca verde brilhante, mas tinha gosto de chiclete!) e, no meio de tudo, uma corrida de carrinhos de rolimã! Só que, em vez de carrinhos, eram naves espaciais em miniatura!

– Uau! – exclamei, os olhos brilhando. – Que legal!

Foi então que um daqueles caras brilhantes, que mais parecia um príncipe de tão chique, se aproximou:

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– Olá, pequena terráquea! Quer participar da corrida?

Nem precisei pensar duas vezes!

– Só se for agora! – respondi, já escolhendo a nave mais rápida que encontrei.

A corrida começou com um estrondo! Ou melhor, com um “piu-piu” engraçado, já que o som não funciona direito na Lua. Filó, amarrado na minha cintura como se fosse um cinto peludo, latia para as outras naves, incentivando a gente a ir mais rápido.

Desviei de crateras, fiz curvas fechadas e, quando vi a linha de chegada, acelerei com tudo! Mas, de repente, percebi que o príncipe brilhante estava com dificuldades. A nave dele estava soltando fumaça!

Naquele momento, me lembrei do que a minha mãe sempre dizia: "Sophia, o importante não é ganhar, mas sim competir com respeito!"

Então, fiz uma coisa maluca! Parei minha nave e fui ajudar o príncipe. Juntos, conseguimos consertar a nave dele e cruzamos a linha de chegada lado a lado.

Todos aplaudiram, e o príncipe, com um sorriso de orelha a orelha, me deu um abraço apertado.

– Você foi muito gentil, Sophia! Mesmo querendo ganhar, você me ajudou. Isso que é ter respeito!

Naquele dia, aprendi que ajudar os outros é muito mais gratificante do que qualquer vitória. Voltei para casa com Filó, um milhão de histórias para contar e o coração cheio de alegria. Afinal, quem pode dizer que já participou de uma corrida de naves espaciais na Lua? E, mais importante, quem pode dizer que fez um novo amigo príncipe e aprendeu uma valiosa lição sobre respeito?

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