O Cachorro de Lava!

O Cachorro de Lava!

"Pogo, você acha que a gente consegue jogar bola dentro de um vulcão?" Arthur perguntou, os olhos brilhando de curiosidade.

Pogo, o cachorrinho de pelúcia de Arthur, inclinou a cabeça, sua crina de lã rosa tremulando. "Au! Latindo sim, se a gente correr bem rápido e não pisar na lava!"

Arthur gargalhou. Era claro que não dava para correr dentro de um vulcão de verdade! Mas e se eles usassem a imaginação? Afinal, brincar de faz de conta era a especialidade de Arthur.

Naquele dia, São Paulo estava um forno! O sol queimava e nem o ventilador conseguia espantar o calor. Arthur, suando debaixo do seu boné azul, teve uma ideia brilhante. "Já sei, Pogo! Vamos até o vulcão!"

"Mas a mamãe falou para não sairmos de casa", Pogo lembrou, balançando a patinha.

Arthur pensou rápido. "A gente não vai sair de casa! Vamos transformar a sala no vulcão mais legal do mundo!"

E assim começou a aventura. Usando almofadas do sofá, cobertores e até a toalha de mesa da vovó (que ela não podia saber!), eles construíram um vulcão enorme no meio da sala. A lava? Um monte de lençóis vermelhos e laranjas!

"Cuidado para não se queimar, Pogo!", Arthur gritou, rindo, enquanto pulava sobre um lençol-lava.

Pogo, corajoso como sempre, latia e corria atrás dele, desviando dos lençóis em chamas imaginárias. Era como se estivessem em um vulcão de verdade!

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Arthur, com sua energia infinita, decidiu que era hora de praticar esportes. Afinal, ele tinha aprendido na escolinha que esportes faziam bem para o corpo e para a mente!

"Pogo, vamos jogar basquete nesse vulcão! Você pega a bola se ela cair na lava, tá bom?"

Pogo latiu, concordando. Ele não sabia muito bem o que era basquete, mas confiava em Arthur de olhos fechados.

Usando um cesto de roupa suja como cesta e uma bola de meia, Arthur driblava pelos lençóis-lava, arremessando a bola com toda a força. Pogo, com seu faro de cachorro, corria atrás da bola, trazendo-a de volta para o amigo. Era uma dupla e tanto!

Depois de muitas cestas e latidos de alegria, Arthur começou a se sentir cansado. Jogar basquete em um vulcão era bem mais cansativo do que ele imaginava!

"Pogo, acho que é hora de voltar para casa", Arthur disse, ofegante.

Pogo, sempre pronto para ajudar, lambeu o rosto de Arthur e latiu, concordando. Era hora de descansar depois de tanta aventura.

Desmontar o vulcão foi quase tão divertido quanto construí-lo. Arthur guardou tudo com cuidado, certificando-se de que a sala ficasse exatamente como estava antes da aventura vulcânica.

Enrolado no sofá, com Pogo aninhado em seu colo, Arthur fechou os olhos, exausto, mas feliz. Ele tinha jogado basquete dentro de um vulcão, e isso era muito mais emocionante do que qualquer livro de aventura!

"Sabe, Pogo", Arthur sussurrou, sonolento, "acho que esportes dentro de um vulcão deveriam ser um esporte olímpico!"

Pogo respondeu com um sonoro ronco, completamente de acordo com a ideia do seu melhor amigo.

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