O Caso da Cenoura Desaparecida

O Caso da Cenoura Desaparecida

O que será que mora dentro da gente? Duda, com seus cinco anos de pura curiosidade, se perguntava enquanto pulava portaria afora, indo em direção ao quintal. Era um dia de sol em Manaus, perfeito para desvendar mistérios! E o mistério do dia era: onde estava a cenoura do Coelho Fofinho?

Duda amava o quintal. Era como um castelo encantado, cheio de plantas, vasos coloridos e um cheirinho gostoso de terra molhada. Tinha até um cantinho especial onde ela brincava de ser princesa, com direito a coroa de flores e tudo! Mas naquele dia, Duda tinha uma missão muito importante: encontrar a cenoura desaparecida.

- Papai, você viu a cenoura do Fofinho? – Duda perguntou, os olhinhos brilhando de expectativa.

Seu pai, José, um aventureiro de 34 anos que adorava dançar, parou de regar as flores e coçou a cabeça.

- Hmm, que mistério, detetive Duda! – ele exclamou, entrando na brincadeira. - Vamos procurar juntos! Quem sabe não encontramos alguma pista?

Duda, com seu jeito observador, logo avistou algo diferente perto da toca do Fofinho. Era um rastro brilhante, como se algo tivesse sido arrastado por ali. Seria purpurina?

- Papai, olha! – Duda apontou, animada. - Que será que é isso?

- Parece purpurina, detetive! – José confirmou, intrigado. - E aposto que conheço alguém que adora usar purpurina.

Duda e José seguiram o rastro brilhante, que os levou até a casinha de bonecas da Duda. E adivinhem quem estava lá dentro, rodeada de purpurina e comendo a cenoura do Fofinho? A boneca preferida da Duda, a Princesa Aurora!

- Princesa Aurora! – Duda exclamou, surpresa. - Você pegou a cenoura do Fofinho?

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A Princesa Aurora, é claro, não respondeu. Era apenas uma boneca! Mas Duda entendeu o recado.

- Acho que a Princesa Aurora queria brincar com a cenoura – Duda explicou ao pai. - Ela não sabia que era do Fofinho.

José sorriu e abraçou Duda.

- Que bom que você desvendou o mistério, detetive Duda! – ele disse, orgulhoso. - Mas sabe, às vezes a gente precisa confiar na nossa intuição para resolver as coisas.

Duda pensou um pouco sobre o que o pai disse. Era verdade! Ela sentiu que a Princesa Aurora estava envolvida no sumiço da cenoura e confiou na sua intuição.

- É como ser corajosa, né, papai? – Duda perguntou, sentindo uma força dentro dela.

- Exatamente, Duda! Isso se chama autoconfiança! – José respondeu, sorrindo. - É acreditar em si mesma e no que você sente.

Duda, então, pegou a cenoura da mão da Princesa Aurora e correu até a toca do Fofinho.

- Fofinho, olha! Encontrei sua cenoura! – Duda gritou, feliz.

O Coelho Fofinho, com seu jeitinho fofo e peludo, pareceu muito contente em ver sua cenoura de volta. Ele pulou para fora da toca e deu uma lambidinha na mão da Duda, como forma de agradecimento.

Duda voltou para dentro de casa saltitante, mais confiante do que nunca. Ela tinha desvendado um mistério e aprendido uma lição valiosa: a importância de confiar em si mesma. Afinal, ser uma detetive era legal, mas ser uma menina corajosa e cheia de autoconfiança era ainda mais incrível!

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