O Mistério da Fruta Dourada

O Mistério da Fruta Dourada

Duda, com seus cabelos presos em duas marias-chiquinhas adornadas com laços coloridos, parecia ainda mais fofa hoje. Ela estava especialmente animada porque iria com seu avô, o senhor Lindolfo, à feira livre! Ele sempre contava as histórias mais legais sobre a feira, sobre como as frutas pareciam joias coloridas e os cheiros, perfumes mágicos. Duda amava o jeito que o vovô Lindolfo transformava tudo em aventura!

A amizade deles era uma das coisas mais especiais do mundo. Era como um abraço quentinho num dia frio, como um segredo compartilhado em um castelo encantado. E por falar em castelos, Duda sempre imaginava que a feira livre era um reino mágico, cheio de frutas exóticas, cheiros deliciosos e pessoas sorridentes.

Chegando lá, Duda se maravilhou com a explosão de cores! Tinha melancia verdinha, mamão amarelo, morango vermelhinho... Era como se um arco-íris tivesse se espalhado pelas bancas! De repente, Duda viu um cachorrinho branco de manchas pretas, com olhos pidões, parado perto de uma barraca de frutas.

"Vovô, olha que fofinho!", exclamou Duda, apontando para o cãozinho. "Será que ele está perdido?"

O senhor Lindolfo, com sua sabedoria de quem já viu muita feira na vida, se abaixou e fez carinho no cãozinho. "Ele parece ter um colar, Duda. Deve pertencer a alguém por aqui."

Enquanto admiravam o cachorrinho, um feirante da barraca de frutas ao lado se aproximou, aflito. "Vocês viram quem pegou minha fruta dourada? Era uma fruta muito rara e especial, acabaram de levar!"

Duda, com seu coraçãozinho cheio de aventura, se sentiu como uma princesa em apuros, pronta para resolver um mistério! "Uma fruta dourada? Que incrível! Vamos ajudar a encontrar, vovô?"

E assim começou a investigação! Duda, com seus olhos atentos, notou pegadas pequenas perto da barraca do feirante. "Olha, vovô, parecem pegadas de criança! Será que foi outra criança que pegou a fruta?"

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Senhor Lindolfo, sempre calmo e observador, analisou as pegadas. "Elas levam para o lado das barracas de flores, Duda. Vamos segui-las com cuidado."

Enquanto caminhavam, perguntavam aos feirantes se tinham visto alguém com uma fruta diferente. Duda, sempre gentil e sorridente, encantava a todos com sua curiosidade. O cachorrinho, fiel escudeiro, os seguia enquanto abanadas o rabinho.

Perto das rosas vermelhas, encontraram uma menina comendo um mamão papaia. "Oi! Você viu alguém com uma fruta diferente, que parece de ouro?", perguntou Duda, com sua voz doce.

"Vi sim! Era um menino com uma camisa azul, ele estava correndo naquela direção!", respondeu a menina, apontando para a saída da feira.

Duda e o senhor Lindolfo seguiram a nova pista, com o cachorrinho ainda na sua cola. De repente, avistaram o menino de camisa azul! Ele estava sentado em um banco, comendo uma fruta dourada e suculenta!

"Com licença, essa fruta parece muito com a que o moço da barraca está procurando", disse o senhor Lindolfo, com jeitinho.

O menino, com um olhar envergonhado, respondeu: "Eu... eu só queria experimentar! Ninguém deixava eu pegar na feira."

Duda, com seu grande coração, sorriu e disse: "A gente entende! Mas é importante pedir antes de pegar. Vamos levar a fruta de volta para o moço? Ele pode até te dar um pedaço!"

E assim, com a ajuda de Duda, do senhor Lindolfo e do cachorrinho fofo, a fruta dourada voltou para o seu dono. O feirante, feliz da vida, deu um pedaço da fruta para o menino e outro para Duda, como recompensa por sua bondade e astúcia.

Duda voltou para casa feliz da vida, com a certeza de que a amizade, a bondade e um pouco de curiosidade podem resolver qualquer mistério! E, quem sabe, até encontrar novas aventuras em lugares comuns, como uma simples, mas mágica, feira livre.

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