O Segredo do Dragão de Areia

O Segredo do Dragão de Areia

Onde será que as histórias se escondem? – pensou Arthur, com seus olhinhos brilhantes de curiosidade. Ele estava em seu lugar favorito, a biblioteca, cercado de livros coloridos. Sua mãe, Marina, lia uma história sobre um gatinho que falava, mas Arthur achava que as histórias mais legais deviam estar em um lugar mágico!

De repente, a prateleira de livros começou a brilhar! Um portal se abriu, mostrando um deserto cheio de dunas coloridas que brilhavam como arco-íris. Um dragão enorme, com escamas cor de esmeralda e asas maiores que uma casa, espiou por ele, soltando um sopro de ar quente.

“Olá, pequeno Arthur”, disse o dragão com uma voz grave, mas gentil. “Sou Draco, o guardião das histórias. Você gostaria de conhecer o Deserto Mágico, onde as histórias nascem?”

Arthur, tímido, se escondeu atrás das pernas da mãe. Marina, sempre corajosa, sorriu para o dragão. “Seria uma honra, senhor Draco! Mas como iremos para este lugar mágico?”

Draco abriu suas asas enormes. “Voem comigo!”, disse ele.

Num piscar de olhos, Arthur e Marina estavam voando nas costas do dragão, atravessando o portal brilhante. O Deserto Mágico era incrível! As dunas mudavam de cor a cada sopro de vento, formando desenhos fantásticos.

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Marina ficou encantada. "Que lugar maravilhoso! É aqui que as histórias nascem?"

Draco pousou suavemente no topo de uma duna gigante. “Sim”, respondeu ele. “Cada grão de areia deste deserto guarda uma história. E cada história, quando lida, ganha vida!”.

Draco apontou para uma duna que brilhava mais que as outras. “A história do gatinho que você lia, Arthur, está prestes a começar! Querem assistir?”.

Arthur, já mais corajoso, deu um passo à frente. No topo da duna, a areia começou a se mover, tomando a forma do gatinho do livro! Ele miava e pulava, brincando com um novelo de lã feito de luz.

Arthur e Marina passaram horas no Deserto Mágico, assistindo as histórias ganharem vida. Viram piratas lutando contra monstros marinhos, fadas dançando em campos floridos, e até mesmo um foguete voando para a lua!

Quando o sol começou a se por, Draco os levou de volta para a biblioteca. “Lembro-se”, disse o dragão, “a magia das histórias só acontece quando lemos. Então continuem lendo, e logo voltaremos a nos encontrar!”.

De volta à biblioteca, Arthur abraçou seu livro do gatinho. Ele sabia que, mesmo sem o portal mágico, as histórias sempre estariam ali, esperando para serem lidas e, assim, ganharem vida em sua imaginação. E ele mal podia esperar para voltar a voar com Draco para o Deserto Mágico!

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